Terça Feira, 23 de maio de 2017

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Chegou a hora

Este despretensioso edital está sendo redigido três dias antes da data prevista para a votação final do requerido impeachment da suspensa, mas ainda palaciana, presidente Dilma Vana Rousseff.

Que poderá ser definitivamente afastada e até mesmo ter seus direitos políticos suspensos por cinco ou até oito anos, ou ter seus poderes presidenciais devolvidos na íntegra.

A oposição, obviamente deseja e batalha tenazmente por sua ansiosamente almejada exclusão da vida política nacional.

Seus admiradores – e ainda os há – insistem em sua permanência, já que se viu eleita e posteriormente reeleita por razoável maioria, em renhidos pleitos.

Naturalmente seu ex-partido e seu atual partido, o PT, luta pela continuidade do seu mandato, pensando nas já próximas eleições municipais e, mais, muito mais ainda, no pleito presidencial de 2018.

Disputa que deverá contar com a já auto-anunciada presença de Lula, que mesmo denunciado à justiça e com visíveis problemas de saúde se dispõe a enfrentar as urnas uma vez mais, visitando todo o nosso belo e extenso pais continental.

E contando, além do Partido dos Tralhadores, dos quais foi um dos fundadores, ainda com os ditos movimentos sociais, tais com a CUT – Central Única dos Trabalhadores e também com o MST – Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, dentre outras entidades menos conhecidas e destacadas.

Uma possível, senão provável candidatura de Temer estará dependendo, tanto de sua efetivação no posto presidencial, com o fim de sua interinidade, quanto de seu desempenho na chefia da nação.

Tendo êxito nos dois meses de que ainda dispõe poderá, se o quiser, apresentar-se como forte candidato a permanência no cobiçado posto presidencial. Apenas a título de curiosidade convém lembrar que, no momento, o Brasil conta e dispõe, pelo menos teoricamente de dois presidentes, um homem e uma mulher, ambos ocupando belos e confortáveis palácios públicos às nossas custas.

Ambos com alimentação, assessores e seguranças, carros e aviões sempre à disposição, pagos com recursos públicos, ou seja dinheiro dos impostos, retirados dos bolsos da carente população, neste momento de crise, com inflação e penoso e robusto desemprego.

Temos mesmo, temos de fato, efetivamente, dois presidentes, um homem e uma mulher, um presidente e uma “presidenta”.

Ou não temos nenhum e não podemos contar com nenhum, nem com um, nem com outro?

E nós, o Brasil e os brasileiros estamos à deriva? Ou não?

redacao@mgturismo.com.br

Agência de Notícias do Turismo, noticiário de MG, do Brasil e exterior em tempo real. O mais tradicional jornal especializado em turismo de Minas Gerais, com circulação ininterrupta desde 1985.

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