Quinta Feira, 27 de junho de 2019

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CABROBLOCO – Tianastácia recebe convidados especiais no carnaval em BH

Serão três dias de folia com participação de blocos do carnaval de BH, bandas especialmente convidadas, concursos de fantasia, food trucks, cerveja artesanal e muita gente bonita

Carnaval bom é nascido em Cabrobró. Uma das grandes novidades do carnaval em 2017 será o Cabrobloco, projeto especial da banda Tianastácia que vai unir grandes atrações musicais no Villa Albertini. A proposta é reunir food trucks e cervejas artesanais, com uma programação musical de qualidade, extremamente ligada ao novo carnaval de BH. O diferencial será o palco, com grandes músicos de BH como Thiago Delegado e Mauricio Tizumba. O evento reúne opções para as crianças, que não pagam (até 12 anos). Para entrar na brincadeira, a produção do evento pede que o público vá fantasiado. Os 100 primeiros fantasiadas ganham um chope. Haverá inclusive concurso de fantasia com prêmios. Realização e

Produção da Play Cultural

 

 

O evento começa no sábado de carnaval, dia 25 de fevereiro, com Trupe de Gaia, Bloquinho Eu Quero Ser Criança, Dj Aida, Orquestra Royal e Pacato Cidadão homenageando de Skank e Jota Quest. O anfitrião Tianastácia convida uma turma de peso para o participações especiais: Roberta Campos, Trio Amaranto, Ricardo Koctus (Pato Fu), Zé Mauro (Chama o Síndico) e Thiago Delegado.

 

No domingo, novamente Trupe de Gaia e Bloquinho Eu Quero Ser Criança (Bernardo Sabino), DJ Fausto, Poison Gas, Juventude Bronzeada e mais uma vez Tianastácia convida: Bozo (Overdose), Dias de Truta, Poison Gas, Auder Junior;

 

No último dia, segunda, 27 de fevereiro, Trupe de Gaia e Bloquinho Eu Quero Ser Criança (Bernardo Sabino), DJ Motoca, Banda Nega, Banda Beiço (Bloco Beiço do Wando), Tambor Mineiro e Tianastácia convida: Tizumba e Tambor Mineiro, Pedro Morais, Tino Gomes;

 

Serviço:

Cabrobloco
Sábado, 25 de fevereiro:

– Trupe de Gaia

– Bloquinho Eu quero ser criança (Bernardo Sabino)

– Dj Aida;

– Orquestra Royal;

– Pacato Cidadão (Skank e Jota Quest);

– Tianastácia convida: Roberta Campos, Trio Amaranto, Ricardo Koctus (Pato Fu), Zé Mauro (Chama o Síndico) e Thiago Delegado;

 

Domingo, 26 de fevereiro:

– Trupe de Gaia

– Bloquinho Eu quero ser criança (Bernardo Sabino)

– DJ Fausto;

– Poison Gas

– Juventude Bronzeada

– Tianastácia convida: Bozo (Overdose), Dias de Truta, Poison Gas, Auder Junior;

 

Segunda-feira, 27 de fevereiro:

– Trupe de Gaia

– Bloquinho Eu quero ser criança (Bernardo Sabino)

– DJ Motoca;

– Banda Nega;

– Banda Beiço (Bloco Beiço do Wando);

– Tambor Mineiro;

– Tianastácia convida: Tizumba e Tambor Mineiro, Pedro Morais, Tino Gomes;

 

 

 

Espaço Villa Albertini, Rua Cristal nº 137, Santa Teresa, dias 25, 26, e 27/02/2017 de 10:00h às 22:00h.

Crianças até 12 anos não pagam.

100 primeiras pessoas fantasiadas ganham um chope.

1º lote – sábado 25/02: R$ 30,00

1º lote – domingo 26/02: R$ 30,00

1º lote – segunda 27/02: R$ 30,00

1º lote – passaporte três dias: R$ 75,00

Ingressos disponíveis no Sympla e na portaria do evento.

https://www.sympla.com.br/cabrobloco—carnaval-bom-e-nascido-em-cabrobro__116136

 

 

É TIANASTÁCIA!

Destaque no cenário musical do país, a banda é reconhecida pela diversidade de estilo musical e irreverência. Com a base musical ancorada no bom e velho rock’n roll, a família Nastácia transita por diversos estilos. Pop, rock, música eletrônica, romântica e outros ritmos possibilitam que o grupo surpreenda e cative novos públicos a cada álbum lançado. A irreverência, o bom humor e a criatividade nas músicas fazem do Tianastácia um dos maiores ícones do pop rock mineiro.

 

Em 1992, os amigos André Miglio (vocal), Henrique Rodarte (guitarra), Antônio Júlio (guitarra), Beto Nastácia (baixo) e Cadu (bateria) se juntaram para se divertir fazendo música. A brincadeira ficou séria em 1995, quando o Tianastácia venceu o FestValda, com a música Cabrobó – que estourou nas rádios de todo o território nacional -, na categoria Inéditas.

 

O primeiro álbum da banda, Acebolado, foi gravado em 1996 pela Cogumelo Records, selo que lançou o Sepultura. Nessa mesma época, Léo Nastácia assumiu as guitarras, substituindo Henrique Rodarte. No fim de 1997, o vocalista André Miglio deixou o grupo e foi substituído por Podé e Maurinho. Logo em seguida os artistas gravaram o segundo álbum, Tianastácia, dedicado à memória do baterista Cadu, que faleceu na época. Por esse motivo, Glauco Nastácia entrou para a banda.

 

Em 1999, foi gravado o terceiro disco dos músicos, Tá na boa, pela gravadora EMI, com a produção de Marcelo Sussekind, um dos produtores mais requisitados do Brasil. Nesse mesmo ano, o Tianastácia foi convidado para tocar no festival Pop Rock Brasil. No ano 2000, ainda pela EMI, o grupo gravou o quarto álbum, Criança louca, produzido por Carlo Bartolini (ex-guitarrista do Ultraje a Rigor), com a participação de Miranda, na pré-produção; e do Torcuato Mariano, na direção artística. Esse ano também ficou marcado pela participação da banda no Festival da Música Brasileira, da TV Globo. A música Morte no escadão, de autoria do José Carlos Guerreiro, levou o segundo lugar no evento, faturando um prêmio de R$250 mil.

 

Com a consolidação do Tianastácia no cenário musical brasileiro, se tornaram frequentes as parcerias com grandes nomes da música nacional, como Beto Guedes, Lô Borges, Tom Zé, Maurício Tizumba, Chico Amaral, Skank, Jota Quest, Marina Machado, Pato Fu, Uakti, entre outros.

 

Em 2003, a música O sol trouxe ainda mais brilho para a carreira dos rapazes. A canção, de autoria do guitarrista Antônio Júlio Nastácia, que está no disco Na boca do sapo tem dente (2003), foi sucesso absoluto em todo o país. Ela foi gravada pelos conterrâneos do Jota Quest, em 2005, e no ano seguinte foi a mais tocada nas rádios de todo o Brasil. Em 2010, o também conterrâneo Milton Nascimento gravou a canção.

 

 

No festival Pop Rock Brasil de 2004 foi gravado o primeiro DVD ao vivo do Tianastácia – um megashow que entrou para a história da banda, com uma apresentação magnífica na qual os artistas tocaram para um público de 50 mil pessoas.

 

Na gravação do sétimo álbum, Orange 7 (2006), a banda já não contava com o guitarrista Léo Nastácia, que se desvinculou do grupo. Esse disco marcou uma fase mais pop do Tianastácia, na qual foram usados teclados, violões e melodias mais tranquilas.

 

Tianastácia no país das maravilhas foi lançado no fim de 2009. Esse trabalho foi uma retomada às raízes do primeiro álbum, com ênfase no rock mais direto, conciso e cru. Com apenas duas semanas de lançamento, antes mesmo da divulgação do CD pelo Brasil, mais de 15 mil cópias já tinham sido vendidas.

 

Para comemorar a maioridade, o Tianastácia lançou seu mais recente CD, Love Love, no segundo semestre de 2013. Gravado no estúdio Nas Nuvens, no Rio de Janeiro, o nono álbum teve direção musical e arranjos de Liminha, que também participou de algumas faixas na guitarra. O disco tem outras participações marcantes, como o DJ Negralha; o grupo de percussão Meninas do Rio – formado por jovens de comunidades do Rio de Janeiro; o rapper-repentista Rapadura Xique-Chico; e o percussionista e mestre do pandeiro Marcos Suzano. A maioria das faixas é de autoria da própria banda. A única exceção é a releitura do sucesso de 1972 de Os Mutantes, Posso Perder Minha Mulher, Minha Mãe, desde que eu Tenha o Rock and Roll, de Arnaldo Batista, Rita Lee e Liminha. Esse novo trabalho marcou uma fase mais madura, mas não menos humorada, da família Nastácia.

 

Em 2015 Tianastácia volta ao cenário nacional com nova formação, energias renovadas e uma participação expressiva no programa SuperStar, da Rede Globo. “Tratamos o SuperStar como um recomeço e estamos realizando um sonho. Queremos conquistar o Brasil e o programa é uma grande vitrine.  Estamos aqui como se estivéssemos com 18 anos de idade e não com 18 anos de carreira”, comemora Podé Nastácia ao avaliar a participação da banda no programa.

 

 

Bloco Beiço do Wando

O Bloco Beiço do Wando surgiu em 2015, a partir de amigos que tinham dois grandes interesses em comum: o carnaval de BH e o brega romântico brasileiro. Agregado e participante do novo carnaval de Belo Horizonte – que ganhou novo fôlego a partir de 2009 – o Beiço do Wando desfilou pela primeira vez em 2016, sendo seguido por mais de 8 mil pessoas e sendo sucesso imediato no carnaval da cidade, ganhando destaque nas ruas e na mídia da cidade. O Bloco hoje já conta com quase 250 instrumentistas e se encontra em plenas preparações para os próximos carnavais.

Um dos grandes trunfos do Bloco (e da banda) é justamente o repertório. Além de Wando, muso inspirador do nome, o repertório vai fundo na memória afetiva coletiva com sucessos de Fábio Jr., Reginaldo Rossi, Sidney Magal, Gretchen, Roberto Carlos, Roupa Nova, Beto Barbosa, Luiz Caldas e outros que ajudaram a criar a alcunha “brega”, geralmente associada a músicas românticas e exagerada. Alguns novos nomes como KLB, Latino e Sandy e Júnior também aparecem na lista. A percussão carnavalesca e baiana ajuda a animar a mistura.

A banda é um formato profissional e bastante reduzido do Bloco. Mantendo os mesmos vocalistas, conta com outros 6 músicos profissionais que fazem o mesmo repertório do bloco em versões mais arranjadas e sofisticadas. A criação da banda se fez necessária para levar a alegria e irreverência do bloco para locais e ocasiões que não comportassem cerca de 250 músicos, tornando-se ideal para festas, casamentos, formaturas, entre outros.

 

Poison Gas

Poison Gas é uma banda de Belo Horizonte formada em meados de 2014 por garotos de 10 anos à época, que tem em seu repertório clássicos do bom e velho Rock and Roll. A banda vem a cada dia incorporando novos arranjos e novas músicas em seu repertório. Formado inicialmente por um baterista e um guitarrista que executava as bases e o solo, os garotos estavam em busca de uma voz para seus acordes. Foi então que no final de 2014 encontraram na mesma escola um garoto com a mesma vertente musical da dupla, já com prática de canto em tonalidade grave e piano clássico.

 

Juventude Bronzeada

Salve, Salvador! Quem conhece minimamente a cultura brasileira dos anos 90 certamente sabe como continua essa frase. Também deve saber de cor pelo menos uma música da Banda Eva e provavelmente já pulou carnaval ao som do Olodum. Para os amantes assumidos e os admiradores enrustidos do axé de raiz, não existiu década mais marcante para o gênero. Celebrar e resgatar toda a baianidade desse tempo é a proposta da Juventude Bronzeada, um power trio mineiro muito bem temperado com dendê!

 

Formada em 2013, a banda é composta por Thales Silva (guitarra e voz), Rodrigo Magalhães (baixo e voz) e Fernando “Feijão” Monteiro (bateria), que também integram o grupo A Fase Rosa. No show, os músicos interpretam canções da Banda Mel, Olodum, Daniela Mercury, Caetano Veloso e outros grupos e cantores que marcaram a cultura baiana dos anos 90.

 

Em 2015, a Juventude Bronzeada esteve à frente de um bloco de rua homônimo, que desfilou em Belo Horizonte na terça-feira de carnaval, reunindo mais de 15 mil foliões.

Seja qual for o tamanho do evento, a Juventude Bronzeada tem axé de sobra para quem tem um pé no Pelô.

 

Lúcia Amaranto

As irmãs Flávia, Lúcia e Marina Ferraz trazem o entrosamento de casa. Sempre cantando e tocando juntas, realizam um trabalho vocal extremamente apurado, além de serem instrumentistas (violão, flauta e piano) com sólida formação acadêmica, seja na Universidade Federal de Minas Gerais, seja na conceituada Fundação de Educação Artística.

 

Com criatividade e inteligência, o grupo elabora seus próprios arranjos, demonstrando que domina amplamente seus recursos musicais. Exploram-se, com elegância e bom gosto, elementos como cânones, contracantos, uníssonos e trios, e os cuidados precisos com a instrumentação são também notáveis. Tais qualidades têm recebido aplausos calorosos da crítica mais inteligente – nomes como Mauro Dias, João Paulo Cunha e José Domingos Raffaelli –, além de encontrar forte reconhecimento no meio musical e já ter formado um público considerável e fiel.

 

Orquestra Royal

Orquestra Royal baseada em marchas e sambas reúne músicos e compositores consagrados de Belo Horizonte

 

Em meio a um carnaval cujo formato cada vez mais predominante são os blocos, músicos mineiros se reuniram no início de 2016 para formar a Orquestra Royal, inspirada nas bandas que animavam bailes e carnavais de salão do passado, mas com roupagem descontraída e moderna.

 

Com um repertório baseado em marchas, sambas e boleros, o grande diferencial da Orquestra Royal é tocar predominante temas autorais, já que boa parte das marchinhas são composições dos próprios integrantes que ficaram famosas em Minas Gerais e no Brasil. Entre elas Selfolia, Manja Rolha, Não Enche o Saco do Chico, que foi vencedora do Concurso Mestre Jonas e destaque na mídia, sendo noticiada até mesmo no jornal francês Le Monde, Sudorese em BH, Prefeito libera o Cooler, O Pano da Cuíca e, claro, O Baile do Pó Royal, que dá nome ao conjunto e já é tema tradicional do carnaval mineiro. Várias destas canções viralizaram na internet. O Baile e Selfolia também são campeãs de concursos recentes, sendo a primeira do Mestre Jonas de 2014 e Selfolia do Concurso Mineiro de Marchinhas, em 2015.

 

Zé Mauro

Músico de grande versatilidade e vocalista de destaque da nova geração Zé Mauro é a cara do Carnaval! Teve como mestres José Lucena de Vaz, Celso Moreira, Cesar Santos e Rubner de Abreu. Integra o Bloco e Banda Chama o Síndico desde sua fundação em 2012 além dos blocos I Wanna Love You e Unidos do Barro Preto. Já atuou como baixista, vocalista, violonista e guitarrista nas bandas Preto Serenata, Veredas, Movimento Paralelo, Projeto Músicas do Espinhaço e Jungle Groove dividindo o palco com músicos de renome como Lenine, Otto, Moraes Moreira, Davi Moraes, Ed Motta, Luiz Melodia, Affonsinho, Jorge Ben, Nação Zumbi, Donavon Frankenreiter, Julian Marley & The Waillers. Em 2014, junto a Vini Ribeiro e Felipe Bastos, fundou a banda Zevinipim se apresentando em diversos eventos importantes da cena musical mineira e também na Europa.

 

Thiago Delegado

Thiago Delegado é violonista, arranjador e compositor. Reconhecidamente um dos mais ativos e criativos músicos da cena contemporânea mineira. Além da carreira solo, que conta com três CDs gravados, como violonista, gravou com Aline Calixto, Vander Lee, Flávio Renegado, Mestre Jonas, Zé́ da Guiomar, Flávio Henrique, entre outros. Como produtor, fez os arranjos de base e coproduziu o disco “Flor Morena”, de Aline Calixto, de quem também é diretor musical. Também foi diretor musical da cantora Janaina Moreno, Vander Lee (CD Sambarroco), Cinara Ribeiro, Dudu Nicácio, Grupo Tradição.

 

Além disso, o músico segue como anfitrião nos projetos “Delegas Samba Clube” e “DelegasCia”. Este último, comemorou oito anos de existência com lançamento de DVD. Desde 2014, Thiago acompanha a cantora Leila Pinheiro em turnê̂ no formato voz e violão. Desde 2012, é o responsável pelos arranjos e direção musical do Concurso de Marchinhas Mestre Jonas. Atualmente apresenta o programa A Hora do Improviso, na Rádio Inconfidência FM e se prepara para o lançamento de mais um álbum.

 

Bloco “Eu Quero É Ser Criança”

O Bloco é dirigido ao público infantil. Este ano, a banda do Bloco “Eu Quero É Ser Criança”, comandada pelos músicos Gláucio Barbosa e do trompetista João Vianna acompanhados da banda Vil Metal, e com participações de Bernardo Sabino na percussão e Raul Zion do grupo Pequena Morte. O bloco  tocará os grandes sucessos do carnaval, como marchinhas, frevos e os diferentes ritmos carnavalescos. A ideia é resgatar e mostrar para o público infantil os carnavais de antigamente.

Fonte: Viviane Primeiro Plano

Crédito: Henrique Marques

redacao@mgturismo.com.br

Agência de Notícias do Turismo, noticiário de MG, do Brasil e exterior em tempo real. O mais tradicional jornal especializado em turismo de Minas Gerais, com circulação ininterrupta desde 1985.

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