Segunda Feira, 16 de dezembro de 2019

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Aeroporto de Pelotas comemora 90 anos com exposição eletrônica

O Aeroporto Internacional de Pelotas/João Simão Lopes Neto (RS) celebra, nesta segunda-feira (8/5), 90 anos de operações. Para comemorar a data, os passageiros poderão contemplar uma exposição fotográfica eletrônica sobre notícias e principais eventos realizados no terminal pelotense. A mostra ficará disponível até o dia 31/5 no saguão principal do aeroporto.

 Localizado ao extremo sul do Brasil e às margens do Rio São Gonçalo, o terminal surgiu com uma pequena estação de passageiros construída em madeira de lei. Quem passa pelo terminal, pode apreciar no saguão principal a maquete da edificação de madeira.

 O voo inaugural foi realizado por um hidroavião de modelo DORNIER da Varig, no dia 8 de maio de 1929. Em 1980, o aeroporto passou a ser administrado pela Infraero.

 Atualmente, o terminal atende aviação comercial e militar, sendo ponto de apoio e reabastecimento do Programa Antártico Brasileiro, oferecendo suporte logístico às expedições nacionais que se deslocam ao Continente Antártico por via aérea. Recebe diariamente dois voos regulares da companhia Azul, ligando Pelotas a Porto Alegre, o que permite conexão para o restante do país e para destinos da América do Norte e Europa.

 “Passam pelo terminal empresários, investidores e executivos que movimentam o eixo da economia local, fazendo com que o Aeroporto de Pelotas seja uma ferramenta comercial e estratégico para a região, ligando os centros econômicos e diminuindo distâncias”, destacou o superintendente do terminal, Francisco de Assis Camejo.

 Com capacidade para receber 800 mil passageiros por ano, o sítio aeroportuário possui uma área de 2.574 milhões de m², terminal de passageiros com 1.098 m² e uma pista de pousos e decolagens com 1.980 metros de comprimento por 42 metros de extensão.

 O nome do aeroporto, João Simões Lopes Neto, é uma homenagem ao escritor e empresário pelotense, um dos maiores autores regionalistas do Rio Grande do Sul. Em suas obras – Cancioneiro Guasca (1910), Contos Gauchescos (1912), Lendas do Sul (1913), Casos do Romualdo (1914) – valorizava a história do gaúcho e suas tradições.

Fonte:  Pauta Infraero

Crédito:  Divulgação/Infraero

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