Sexta Feira, 23 de agosto de 2019

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Sindha quer andamento do Centro de Convenções

Executivo assinala para necessidade de que governo federal trate pauta como prioritária

30 dias. Esse é o tempo que resta para garantir o futuro do Centro de Convenções de Porto Alegre, projeto e construção orçados em R$ 60 milhões, com previsão de recursos do PAC Turismo, a fundo perdido, negociado com o Governo Federal. Em reunião na manhã desta quinta-feira (31), uma comitiva do Sindha – Sindicato de Hospedagem e Alimentação de POA e Região questionou o poder executivo sobre o andamento do projeto, com a preocupação de que o prazo de 1º de março seja perdido.

“Independente de conseguirmos ou não a prorrogação desse prazo, não podemos deixar de considerar que existe uma data formal e é preciso trabalhar para cumpri-la. Tudo que estiver ao alcance do nosso setor será feito e estamos mobilizados para isso”, assegurou o presidente do Sindha, Henry Chmelnitsky.

Sindha e executivo Centro de Convenções 4Com a presença do prefeito Nelson Marchezan Júnior e representantes das secretarias da Fazenda, Planejamento e de Parcerias Estratégicas, a equipe do executivo alega que, agora, o tema depende de andamento junto aos Ministérios do Turismo e Economia, que, por meio de um decreto, devem incluir o projeto em um novo programa. “Temos essa pauta como prioridade e há uma agenda já prevista em Brasília para tratar deste assunto. Fizemos nossa parte e, agora, dependemos do entendimento do governo federal de que isso importa, mesmo com as obras que estão em andamento. Faremos um trabalho de conscientização para isso”, afirmou o prefeito.

Em julho de 2017, o Sindha entregou à Prefeitura os resultados do planejamento para o novo Centro, feito pela consultoria selecionada pela entidade, a KPMG. “Fizemos um grande investimento para este estudo e não podemos esperar que esse valor expressivo seja perdido. Todos aqui desejam o melhor para a cidade, somos um time só e houve um grande esforço nos últimos 12 meses para que esse assunto fosse adiante. Se não nos mobilizarmos pelo bem da cidade, independente de bandeiras, esse prazo passará muito rápido”, enfatiza Chmelnitsky.

O Sindha irá articular agenda com o Ministério do Turismo para tratar sobre o assunto, enquanto a Prefeitura trabalha em um mapeamento técnico e político para identificar o atual status do projeto, de forma a viabilizar as próximas movimentações em Brasília. “Teremos pessoas com vontade de trabalho nas novas configurações políticas. Vamos enxergar isso como oportunidade e colocar esforço nisso”, finalizou o presidente.

Participaram da reunião, além do presidente do Sindha, o vice-presidente do Sindha, Sandro Zanette, a assessora Jurídica do Sinha, Noreen Rivoire, o presidente do Sindicato de Hotéis de Porto Alegre (SHPOA), Carlos Henrique Schmidt, e o presidente da Brio, Paulo Urnau Pinheiro.

redacao@mgturismo.com.br

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