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Carta Aberta aos Cidadãos Brasileiros

Todos testemunhamos, assustados e desconcertados, a evolução do contágio, adoecimento e óbitos pela Covid-19. Por mais que a sociedade civil organizada tenha se empenhado, até aqui, para debelar os efeitos devastadores da pandemia, os esforços não bastaram.

O cenário que se apresenta exige atitudes mais contundentes e mais radicais. Por um lado, adesão maciça a movimentos como o ‘Unidos pela Vacina’. Quanto mais pessoas vacinadas, menos contágio, mortes e inércia da atividade econômica.

Enquanto o ritmo da vacinação segue lento para a realidade brasileira, temos de redobrar os cuidados. Cada um cuidar de si é pouco, é muito tímido e insuficiente.

É preciso persuadir, convencer, exigir os protocolos uns dos outros. Fazer marcação cerrada – em nome da preservação da vida. Façamos isso junto a familiares, círculos de amizade, parceiros de trabalho, vizinhos.

Sejamos, mais e mais conscientes. E exigentes! Não hesitemos em defender a saúde e a vida, mesmo que isso gere algum desconforto inicial. Afinal, o interesse coletivo deve prevalecer sobre o individual – sempre!