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Filarmônica de Minas Gerais recebe violinista Cármelo de Los santos para celebrar o compositor francês Saint-Saëns

Com regência do maestro Fabio Mechetti, Orquestra também interpretará obras de Rosssini

Para celebrar o centenário de morte do francês Saint-Saëns,o violinista brasileiro Cármelo de los Santos traz sua concepção do concerto mais famoso do compositor, oConcerto para violino nº 3 em si menor, op. 61, nos dias 15 e 16 de julho, na Sala Minas Gerais, às 20h30. Com regência do maestro Fabio Mechetti,a Filarmônica de Minas Gerais também apresenta quatro obras de Rossini: La Gazza Ladra: Abertura, Cinderela: Abertura, O Senhor Bruschino: Abertura e Semiramide.

As apresentações terão presença de público, sendo que a venda de ingressos estará disponível somente para a apresentação de sexta-feira (16/7), a partir das 15h do dia 15, no site www.filarmonica.art.br ou na bilheteria da Sala Minas Gerais. O concerto de quinta-feira terá transmissão ao vivo aberta a todo o público pelo canal da Filarmônica no YouTube. Em função das medidas de segurança, o acesso à Sala será encerrado cinco minutos antes do horário do concerto, nas duas apresentações; assim, as portas serão fechadas às 20h25.

Durante a apresentação, haverá um intervalo de 15 minutos, quando serão realizados os Concertos Comentados, palestras em que especialistas comentam o repertório da noite. A curadoria do projeto é de Werner Silveira, e a convidada é a violinista da Filarmônica de Minas Gerais, Roberta Arruda.


Este projeto é apresentado pelo Ministério do Turismo, Governo de Minas Gerais, Itaú e Cemig, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Realização: Instituto Cultural Filarmônica, Secretaria Estadual de Cultura e Turismo de MG, Governo do Estado de Minas Gerais, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal.

Maestro Fabio Mechetti, diretor artístico e regente titular

Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais desde sua criação, em 2008, Fabio Mechetti posicionou a orquestra mineira no cenário mundial da música erudita. Além dos prêmios conquistados, levou a Filarmônica a quinze capitais brasileiras, a uma turnê pela Argentina e Uruguai e realizou a gravação de oito álbuns, sendo três para o selo internacional Naxos. Ao ser convidado, em 2014, para o cargo de Regente Principal da Filarmônica da Malásia, Fabio Mechetti tornou-se o primeiro regente brasileiro a ser titular de uma orquestra asiática.

Nos Estados Unidos, Mechetti esteve quatorze anos à frente da Orquestra Sinfônica de Jacksonville e, atualmente, é seu Regente Titular Emérito. Foi também Regente Titular das sinfônicas de Syracuse e de Spokane, da qual hoje é seu Regente Emérito. Regente associado de Mstislav Rostropovich na Orquestra Sinfônica Nacional de Washington, com ela dirigiu concertos no Kennedy Center e no Capitólio. Da Sinfônica de San Diego, foi Regente Residente. Fez sua estreia no Carnegie Hall de Nova York conduzindo a Sinfônica de Nova Jersey. Continua dirigindo inúmeras orquestras norte-americanas e é convidado frequente dos festivais de verão norte-americanos, entre eles os de Grant Park em Chicago e Chautauqua em Nova York.

Igualmente aclamado como regente de ópera, estreou nos Estados Unidos dirigindo a Ópera de Washington. No seu repertório destacam-se produções de Tosca, Turandot, Carmem, Don Giovanni, Così fan tutte, La Bohème, Madame Butterfly, O barbeiro de Sevilha, La Traviata e Otello.

Suas apresentações se estendem ao Canadá, Costa Rica, Dinamarca, Escócia, Espanha, Finlândia, Itália, Japão, México, Nova Zelândia, Suécia e Venezuela. No Brasil, regeu todas as importantes orquestras brasileiras.

Natural de São Paulo, Fabio Mechetti é Mestre em Regência e em Composição pela Juilliard School de Nova York e vencedor do Concurso Internacional de Regência Nicolai Malko, da Dinamarca.

Cármelo de los Santos, violino

Cármelo de los Santos é violinista e pedagogo. Aos 16 anos, foi o mais jovem vencedor do Prêmio Eldorado de Música, em São Paulo. Desde então, se apresentou com a Filarmônica de Montevidéu, a Orquestra Musica d’Oltreoceano (Roma) e as sinfônicas de Mississippi do Sul, de Santa Fé, a Osesp e a Petrobras Pró-Música. Em 2002, estreou em Nova York como solista e regente no Weill Recital Hall do Carnegie Hall junto à Orquestra de Câmara ARCO. Cármelo foi laureado em diversas premiações internacionais, como o Concurso Internacional de Instrumentos de Corda “Júlio Cardona” (Portugal), a Associação Nacional de Professores de Música (EUA) e o Concurso Internacional de Jovens Artistas (Argentina). É Bacharel pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Mestre pela Manhattan School of Music, Nova York (EUA), Doutor pela Universidade da Georgia (EUA) e professor titular na Universidade do Novo México (EUA). Em 2009, recebeu o Prêmio Açorianos de Melhor CD Erudito e Melhor Intérprete Erudito pelo CD Sonatas Brasileiras (Selo UFRGS), lançado com o pianista Ney Fialkow, com obras de Villa-Lobos, Guarnieri e Santoro.

Repertório

Camille Saint-Saëns (França, 1835 – Argélia, 1921) e o Concerto para violino nº 3 em si menor, op. 61 (1880)

opus 61 é o último dos três concertos para violino escritos por Saint-Saëns. Ele é um exemplo claro da vinculação visceral de Saint-Saëns à linguagem romântica. Concluído em 1880, foi dedicado ao grande virtuoso Pablo de Sarasate. Outras obras de Saint-Saëns dedicadas a Sarasate revelam um foco bem direcionado na exibição virtuosística do intérprete, bem como o conhecimento e domínio do compositor na linguagem e no estilo violinísticos. Já o Concerto nº 3 é bem mais focado na inventividade melódica que em efeitos virtuosísticos e desvela outro lado da mentalidade musical romântica, não menos apaixonada, mas com arroubos que se dirigem mais a uma espécie de contemplação da intimidade do compositor, do que a bravuras do intérprete virtuoso.

Gioachino Rossini (Itália, 1792 – França, 1868) e as obras:

La Gazza Ladra: Abertura (1817)

Exemplo típico de ópera semisséria, alternando elementos trágicos e cômicos, La gazza ladra de Rossini é baseada em um fato real: o julgamento de uma criada, injustamente acusada de furto. Depois de sua condenação à morte, descobriu-se que as joias tinham sido apanhadas por uma pega, ave que costuma roubar objetos e levá-los para seu ninho. Apesar desse libreto pouco plausível, a ópera tornou-se mais um retumbante sucesso na carreira do compositor italiano. A alegre Abertura consolidou-se como peça isolada de concerto e, confirmando sua popularidade, foi incluída por Stanley Kubrick na trilha sonora de seu filme Laranja Mecânica. Inicia-se com brilhante rufar de tímpanos (dois personagens são soldados que retornam da guerra) e mostra uma cintilante orquestração, de brilho e habilidade ímpares, colorindo as irresistíveis melodias. Um crescendo tipicamente rossiniano conduz à conclusão de grande efeito teatral.

Cinderela: Abertura (1817)

A releitura para o conto de fadas de Charles Perraut foi uma das vinte óperas escritas por Gioacchino Rossini num intervalo de oito anos. Cinderela, em italiano, La Cenerentola, foi escrita entre o fim de 1816 e o início de 1817, bem a tempo da estreia durante temporada de Carnaval em Roma, em 25 de janeiro, no Teatro Valle. Tendo enfrentado problemas com a censura do Vaticano em trabalhos anteriores no Teatro Valle, Rossini questionou se o libretista Jacopo Ferretti teria “coragem” de escrever uma adaptação para os palcos de uma obra tão clássica. Desafiado, Ferretti produziu o esboço em uma madrugada e o entregou a Rossini no dia de Natal. O libreto ficou pronto em vinte e dois dias. Como em uma prova de revezamento, em que libretista e compositor caminham praticamente juntos, Rossini veio logo atrás, terminando a partitura em vinte e quatro dias. As performances iniciais receberam críticas indecisas, mas, pouco tempo depois, Cinderela decolou, tornando-se uma das óperas mais amadas do século XIX. Para conseguir entregar a partitura a tempo dos ensaios e da estreia, o compositor acabou por pegar emprestado alguns temas de outras óperas. E dessa maneira foi criada a Abertura desse trabalho.

O Senhor Bruschino: Abertura (1812)

A farsa em um ato foi produzida no Teatro San Moisè, em Veneza, em 1813. O senhor Bruschino ganhou, ao longo do tempo, notada importância graças à lenda de que Rossini teria se vingado de seu empresário por este tê-lo desagradado com um libreto impossível. Em consequência, Rossini teria incluído na partitura todo tipo de extravagâncias e desafios para os instrumentistas. No entanto, o biógrafo Giuseppe Radicciotti refuta tais mitos. A partitura, ao contrário do que a história afirma, é a personificação da alegria e da leveza. A ópera falhou em Veneza, mas atingiu sucesso genuíno em 1857, pelas mãos de Offenbach, em uma produção no Théâtre des Bouffes-Parisiens, na capital francesa, à qual Rossini se recusou a comparecer.

Semiramide: Abertura (1823)

Dotada de riquezas secretas, a abertura de Semiramide é um exemplo representativo dos processos estabelecidos pela opera seria italiana. Desde 1814, no posto de diretor dos teatros reais de Nápoles, Rossini deveria fornecer duas óperas por ano para a cidade, o que resultou em um notável repertório de opere serie. Composta em 1822, Semiramide, a última produção do compositor no gênero, estreou em 3 de fevereiro de 1823 no Teatro La Fenice, em Veneza. Foi escrita com libreto de Gaetano Rossi, que por sua vez se baseou na tragédia Sémiramis, de Voltaire. Já o filósofo francês se inspirou na lenda babilônica para escrever a obra de 1749. Com invenção melódica sempre tão rica e, em igual medida, grande expressão dramática, esta ópera antecipa a grand-opéra à francesa, que muito em breve seria reconhecida por autores como Halévy e Mayerbeer.

Programa

Série Presto

15 de julho – 20h30

Sala Minas Gerais

Série Veloce

16 de julho – 20h30                    

Sala Minas Gerais

Fabio Mechetti, regente

Cármelo de los Santos, violino

SAINT-SAËNS       Concerto para violino nº 3 em si menor, op. 61

ROSSINI                 La Gazza Ladra: Abertura

ROSSINI                 Cinderela: Abertura

ROSSINI                 O Senhor Bruschino: Abertura

ROSSINI                Semiramide

INGRESSOS:

R$ 50 (Coro), R$ 50 (Terraço), R$ 50 (Mezanino), R$ 60 (Balcão Palco), R$ 80 (Balcão Lateral), R$ 105 (Plateia Central), R$ 135 (Balcão Principal) e R$ 155 (Camarote).

Ingressos para Coro e Terraço serão comercializados somente após a venda dos demais setores.

Meia-entrada para estudantes, maiores de 60 anos, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência, de acordo com a legislação.

Informações: (31) 3219-9000 ou www.filarmonica.art.br

Funcionamento da bilheteria:

A bilheteria está funcionando em horário reduzido:

– De terça-feira a sábado – 12h a 19h

– Terça, quinta e sexta-feira com concerto – 15h a 21h

Sala Minas Gerais – Rua Tenente Brito Melo, 1090 – Barro Preto – Belo Horizonte – MG

Cartões e vale aceitos:

Cartões das bandeiras American Express, Elo, Hipercard, Mastercard e Visa.

Vale-cultura das bandeiras Ticket e Sodexo.

A Sala Minas Gerais e os protocolos sanitários

A Orquestra Filarmônica de Minas Gerais reabriu as portas da Sala Minas Gerais. Para isso, o Instituto Cultural Filarmônica desenvolveu um protocolo sanitário que adequa o uso da Sala às medidas preventivas à transmissão da covid-19. A reabertura da Sala Minas Gerais tem respaldo em autorização emitida pela Prefeitura de Belo Horizonte.

Para receber o público na Sala Minas Gerais, foi desenvolvido e implementado, junto à médica infectologista Dra. Silvana de Barros Ricardo, um rigoroso Protocolo de Segurança, que prevê diversas restrições, como a presença de, no máximo, 393 pessoas por apresentação, o que corresponde em torno de 26% da capacidade total da Sala (1.493 lugares).

MEDIDAS GERAIS

  • Aferição de temperatura corporal de todas as pessoas nas portas de acesso àSala Minas Gerais. A entrada será permitida somente àqueles que apresentarem temperatura igual ou inferior a 37,5° C.
  • Uso obrigatório de máscara facial em todos os ambientes.
  • Disponibilização de álcool em gel a 70% para higienização das mãos nas áreas de circulação e nas portas de entrada da sala de concertos.
  • Intensificação da limpeza e desinfecção do ambiente com produtos aprovados pela Anvisa.
  • Sistema de ar-condicionado operante de acordo com as determinações da legislação vigente, bem como os padrões referenciais de qualidade do ar interior.
  • Redução da ocupação da Sala Minas Gerais para, aproximadamente, 30% da sua capacidade total.
  • Controle dos fluxos de entrada e saída para evitar aglomeração e garantir o distanciamento de 1,5m entre as pessoas.
  • Interdição de dois assentos entre as cadeiras disponibilizadas para o público na sala de concertos.
  • Pessoas do mesmo grupo familiar poderão ocupar, no máximo, duas cadeiras, lado a lado.

ACESSO À SALA MINAS GERAIS

A partir da área externa coberta, que dá acesso à bilheteria e antecede a porta principal da Sala Minas Gerais, serão instalados pedestais para organização da fila de entrada e demarcações no piso para garantir o distanciamento mínimo de 1,5m entre as pessoas. O uso de máscara é obrigatório para todos aqueles que ingressarem na fila.

Em frente às portas de acesso ao foyer principal, antes do ponto de controle de ingresso, será implantada uma barreira sanitária para medição de temperatura com termômetro digital sem contato. A entrada será permitida somente dos indivíduos que apresentarem temperatura igual ou inferior a 37,5° C e estiverem utilizando máscara de proteção facial adequadamente. O procedimento será realizado por funcionários utilizando equipamentos de proteção individual.

Serão afixados cartazes informativos no local detalhando as medidas sanitárias adotadas e que devem ser observadas por todos durante a permanência nas dependências da Sala Minas Gerais. O sistema de som também poderá ser utilizado para orientar o público.

BILHETERIA

Na bilheteria, a ocupação máxima será de 3 pessoas simultaneamente, distantes 1,5m entre si. Elas serão organizadas em filas, cumprindo rotas de entrada e saída. O uso de máscara é obrigatório.

LEITURA DO INGRESSO

O controle do ingresso será feito por leitura óptica, sem contato físico com o funcionário. Para realização do procedimento, o espectador deverá inserir seu ingresso de papel ou digital (celular) no leitor do equipamento, conforme indicação local, aguardar a validação e retirá-lo após a leitura. A verificação dos ingressos se encerrará cinco minutos antes do horário estipulado para o início da apresentação, possibilitando a acomodação do público de forma organizada na sala de concertos. Os funcionários da área de controle de ingressos utilizarão equipamentos de proteção individual.

FOYERS – TÉRREO, PRIMEIRO E SEGUNDO ANDARES

A permanência do público nos foyers será limitada à sua necessidade de acesso aos banheiros e à sala de concertos. Nestes locais também será observado o distanciamento de 1,5m entre as pessoas, não sendo recomendada a proximidade física entre casais ou grupos de amigos. Para promover o trânsito rápido por estes ambientes, a sala de concertos estará liberada para o acesso do público logo após a validação dos ingressos. Os cafés não funcionarão.

SALA DE CONCERTOS

O acesso do público à sala será permitido até cinco minutos antes do início do concerto, quando as portas serão fechadas. Os assentos disponíveis ao público serão reduzidos a, aproximadamente, 30% da capacidade total da sala. Eles serão sinalizados e separados por dois assentos interditados ao uso. Os assentos disponíveis serão apenas para uso individual ou em duplas, sendo estes últimos para pessoas do mesmo grupo familiar que cheguem juntos à Sala Minas Gerais.

Os fluxos para entrada e saída do público da sala de concertos serão definidos de tal maneira a evitar, ao máximo, a proximidade entre as pessoas, podendo ser alterados conforme a densidade de espectadores presentes. A ocupação das poltronas deverá ocorrer a partir do centro das fileiras em direção aos corredores, e das fileiras mais próximas ao palco em direção às portas de saída. Nossos recepcionistas estarão dispostos nos corredores para organizar esse fluxo e evitar o contato próximo entre os espectadores. O uso de máscara é obrigatório durante toda a permanência no interior da sala de concertos.

BANHEIROS

O uso dos banheiros destinados ao público da Sala Minas Gerais será limitado a 6 pessoas simultaneamente, de acordo com sinalização afixada nas portas de acessos. Em frente aos lavatórios será indicado, através de sinalização adesivada no piso, o local para posicionamento dos usuários, garantindo o distanciamento de 1,5m. Uma sinalização semelhante será adesivada no piso dos sanitários masculinos, em frente aos mictórios.

ELEVADORES

O público será incentivado a utilizar as escadas, reservando-se os elevadores para uso das pessoas com alguma dificuldade de locomoção. A ocupação dos elevadores será de, no máximo, cinco pessoas, conforme sinalização adesivada no piso de cada equipamento. Nas escadas também deverá ser observado o distanciamento de 1,5m entre os indivíduos.

ROTINAS DE DESINFECÇÃO DO AMBIENTE

A desinfecção de todos os ambientes da Sala Minas Gerais será intensificada, sendo empregados produtos com ação comprovada contra o coronavírus. Conforme recomendação da Nota Técnica Anvisa nº 26/2020, são utilizados o álcool a 70% e o hipoclorito de sódio 0,5%, além de detergente neutro. Os sanitários e as superfícies frequentemente tocados, como chamadas dos elevadores, corrimãos, maçanetas, bebedouros etc. serão higienizados de forma intensificada durante a presença do público. Os assentos liberados para o uso do público na sala de concertos serão desinfetados antes de cada apresentação.

PURIFICADORES DE ÁGUA

Serão disponibilizados copos descartáveis para utilização nos purificadores. Não será permitida ingestão direta de água por aproximação da boca.

ÁLCOOL EM GEL

Na barreira sanitária, nas áreas de circulação, foyers e acessos à sala de concertos haverá dispensadores com álcool em gel a 70%. Nos banheiros será reforçada, através de comunicação visual específica, a necessidade de higienização das mãos utilizando-se água e sabonete.

AR-CONDICIONADO

A Sala Minas Gerais mantém o Plano de Manutenção, Operação e Controle de sistemas de climatização (PMOC) rigorosamente atualizado, de acordo como determinações da Lei nº 13.589, de 4/01/2018. As análises microbiológicas, físicas e químicas atestam a conformidade com os padrões referenciais de qualidade do ar interior definidos pela Resolução-RE Anvisa nº 9/2003. Todas as informações técnicas pertinentes podem ser obtidas em nosso site.

ESTACIONAMENTO

O estacionamento da Sala Minas Gerais é terceirizado e não opera com cancela eletrônica. No entanto, os procedimentos adotados pelos funcionários da empresa seguem os padrões de segurança recomendados pelas autoridades sanitárias e supressão do contato físico direto com os usuários.

Sobre a Orquestra

A Orquestra Filarmônica de Minas Gerais foi fundada em 2008 e tornou-se referência no Brasil e no mundo por sua excelência artística e vigorosa programação. Conduzida pelo seu Diretor Artístico e Regente Titular, Fabio Mechetti, a Orquestra é composta por 90 músicos de todas as partes do Brasil, Europa, Ásia e das Américas. O grupo recebeu numerosos menções e prêmios, entre eles o Grande Prêmio da Revista CONCERTO em 2020 e 2015, o Prêmio Carlos Gomes de Melhor Orquestra Brasileira em 2012 e o Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Artes (APCA) em 2010 como o Melhor Grupo de Música Clássica do Ano. O CD Almeida Prado – obras para piano e orquestra, com Fabio Mechetti e Sonia Rubinsky, lançado em 2020 pelo selo internacional Naxos em parceria com o Itamaraty, foi indicado ao Grammy Latino 2020. A recente premiação dada pela Revista Concerto teve como tema “Reinvenção na Pandemia” e destacou as transmissões ao vivo de concertos realizadas pela Filarmônica em 2020, em sua Maratona Beethoven, e ações educacionais como a Academia Virtual.

Suas apresentações regulares acontecem na Sala Minas Gerais, em Belo Horizonte, em cinco séries de assinatura em que são interpretadas grandes obras do repertório sinfônico, com convidados de destaque no cenário da música orquestral. Tendo a aproximação com novos ouvintes como um de seus nortes artísticos, a Orquestra também traz à cidade uma sólida programação gratuita – são os Concertos para a Juventude, os Clássicos na Praça, os Concertos de Câmara e os concertos de encerramento do Festival Tinta Fresca e do Laboratório de Regência. Para as crianças e adolescentes, a Filarmônica dedica os Concertos Didáticos, em que mostra os primeiros passos para apreciar a música de concerto. Além disso, desde 2008, várias cidades receberam a Orquestra, de Norte a Sul, passando também pelas regiões Leste, Alto Paranaíba, Central e Triângulo.

A Orquestra possui 9 álbuns gravados, entre eles dois que integram o projeto Brasil em Concerto, do selo internacional Naxos junto ao Itamaraty, com obras dos compositores brasileiros Alberto Nepomuceno e Almeida Prado. O álbum de Almeida Prado, lançado em 2020, foi indicado ao Grammy Latino de melhor gravação de música erudita. A Sala Minas Gerais, sede da Orquestra, foi inaugurada em 2015, em Belo Horizonte, tornando-se referência pelo seu projeto arquitetônico e acústico e uma das principais salas de concertos da América Latina. A Filarmônica de Minas Gerais é uma das iniciativas culturais mais bem-sucedidas do país. Juntas, Sala Minas Gerais e Orquestra vêm transformando a capital mineira em polo da música sinfônica nacional e internacional, com reflexos positivos em outras áreas, como, por exemplo, turismo e relações de comércio internacional.