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Mineiro, novo presidente do Senado é conhecido por diálogo e independência

Eleito, nesta segunda-feira (1º), presidente do Senado Federal para o biênio 2021-2022, o senador Rodrigo Pacheco (Democratas/MG) é advogado, criado na cidade de Passos, tem 44 anos e sólida experiência jurídica, especialmente na área penal. Está em seu primeiro mandato como senador (2018-2026), foi líder do Democratas na Casa e presidente do partido em Minas Gerais. Entrou na vida política em 2014, quando foi eleito deputado federal. O perfil conciliador e a capacidade de cumprir compromissos, tanto com a base aliada quanto com a oposição, contribuíram para que Pacheco, então deputado, fosse eleito, em 2017, presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), uma das mais importantes da Câmara dos Deputados. Foi a primeira vez que o colegiado foi presidido por um deputado de primeiro mandato.

Entre 2013 e 2015, antes de entrar para a vida pública, Pacheco atuou como o mais jovem Conselheiro Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Em 2016, foi candidato à Prefeitura de Belo Horizonte, ficando entre os três mais votados. Com um discurso em defesa do fortalecimento da educação, da igualdade de oportunidades e da geração de emprego e renda, Rodrigo Pacheco recebeu, em 2018, mais de 3,6 milhões de votos para representar o estado no Senado. Por duas vezes, ao longo da vida parlamentar, foi apontado como um dos políticos mais “influentes do Brasil” pelo “Prêmio Congresso em Foco”, que contempla os congressistas mais éticos, responsáveis e atuantes do país.

Conhecido por sua habilidade política, capacidade de diálogo e pelo perfil independente, Rodrigo Pacheco conseguiu a admiração dos colegas e, com apenas dois anos de mandato como senador, foi escolhido para presidir o Senado Federal. O novo presidente do Congresso garante que sua atuação será pautada de forma independente, com prioridade nas pautas nacionais e no crescimento do Brasil, especialmente neste período de crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. “No ambiente democrático há divergências. Essas divergências, às vezes, derivam para atritos, às vezes mais ríspidos, mas não é passar a mão na cabeça de ninguém, nem pano naquilo que esteja errado. Temos que apontar, ser crítico, tomar providência em relação àquilo que for equívoco”, disse.