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Segmento de imóveis de alto luxo ganha espaço em BH

A cidade de Belo Horizonte, localizada na Região Sudeste do Brasil, é a capital do estado de Minas Gerais e detém uma população de 2.501.576 habitantes, sendo o terceiro município com o maior volume populacional da região em que está inserido e o sexto em âmbito nacional. A “Cidade Jardim” ou “BH”, denominações da capital mineira, já foi indicada pela ONU como a metrópole com maior qualidade de vida da América Latina, situando-se em 45ª dentre as 100 melhores cidades do mundo com esta característica.

Responsável por 1,53% das riquezas geradas em território brasileiro, a cidade de Belo Horizonte notabiliza-se economicamente com o PIB (Produto Interno Bruto) de R$ 88.277.462,53 mil, além de compreender o PIB per capita (Renda por pessoa) de R$ 35.122,01, cenário que evidencia o quão benéfico é, para o morador da capital mineira, investir no mercado da cidade, projetando rentabilidade baseada no consolidado aspecto financeiro que envolve o município.

A economia e o desenvolvimento humano de Belo Horizonte

Em relação ao IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), o município de Belo Horizonte também se destaca. Apresentando o indicador de 0,810, considerado muito alto para os padrões nacionais, essa percepção trabalha em prol da atratividade da cidade que, observada fora do estado de Minas Gerais, exerce uma grande credibilidade acerca do panorama nacional e, a cada dia que passa, tem atraído mais pessoas para uma inserção no local, seja com fins profissionais ou de perspectiva de vida.

Sua economia, que é predominantemente fundamenta pelo setor de serviços, fruto do fomento pelo empreendedorismo difundido no Brasil, atribui cerca de 80% da captação de recursos a este segmento que, fatalmente, sugestiona drasticamente o cenário econômico da cidade, seja positivamente ou negativamente. No comércio, serviços financeiros, administração pública e o segmento imobiliário são onde a atividade terciária se consolidada, contribuindo efetivamente para a geração de empregos e, consequentemente, para a expansão do capital que envolve o município. Ratificando esta narrativa, os imóveis de alto luxo em Belo Horizonte têm se notabilizado no mercado

A capital mineira e sua infraestrutura

No que se refere à infraestrutura, o cidadão belo-horizontino é privilegiado e conta com o suporte estrutural propícia para que, rotineiramente, a engrenagem do município associada aos serviços públicos assegure um funcionamento apropriado e que preza pelo bem-estar do cidadão.

Em referência à saúde, a capital mineira contém uma vasta rede de estabelecimentos de saúde, comportando 36 hospitais, 141 postos de saúde, 150 deambulatórios e 507 equipes do Programa Saúde da Família, que ampara 76% dos cidadãos moradores de Belo Horizonte. Desta maneira, a saúde pública do município credenciou-se como referência na região, abrigando enfermos oriundos de localidades variadas, inclusive, reforçando a narrativa de que, com a defasagem da saúde nos hospitais brasileiros em sua maioria, o indivíduo desamparado tende a buscar novas alternativas, a fim de obter um atendimento, diagnóstico e tratamento adequado.

Mediante a educação, esta esfera é amplamente discutida em Belo Horizonte devido à notoriedade adquirida pelo serviço ofertado, uma vez que, embasados pelo IDH de Educação na cidade, que alcançou o indicador de 0,929, tratado como elevado  para os padrões nacionais, as crianças, jovens e adolescentes sentem-se estimulados a frequentarem a escola, tendo assegurada acesso à cultura, conhecimento, tecnologia e aulas práticas, estreitando o ofício de estudante à vocação que cada um deles detém.

Além de comportar 672 estabelecimentos de nível fundamental, 587 estabelecimentos de educação infantil e 251 escolas de ensino médio, a pluralidade de alternativas do jovem belo-horizontino, na busca por uma universidade que se adeque as suas perspectivas de vida, posteriormente à formação no ensino básico, viabiliza um desenvolvimento mais assertivo do cidadão que, ingressando em um contexto universitário que esteja em conformidade com seu anseio, a tendência é que sua ascensão pessoal e profissional seja questão de tempo.

Dentre as universidades de maior prestígio em Belo Horizonte, elencamos a Universidade Federal de Minas Gerais, o Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, a Escola de Governo da Fundação João Pinheiro, a Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), o IFMG, a Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) e a Fundação Dom Cabral. Também detentora de um abrangente departamento de pesquisa, que estimula à ciência e tecnologia, o município encarrega-se de conceder o número mais abundante de prerrogativas que ajam em prol da capacitação cognitiva e qualificação da mão de obra. Diante destas prerrogativas, as casas em condomínios em BH passaram a ser consultadas pelos cidadãos que integravam a cidade para estudar.

O transporte de Belo Horizonte, por sua vez, contempla empresas que são designadas a gerir a logística relacionada aos deslocamentos que estendem-se pela extensão da capital mineira, ofertando uma ampla frota de ônibus que engloba cerca de 300 linhas, integrando todas as áreas da cidade e otimizando a locomoção. Inclusive, ainda na esfera de transporte, o habitante belo-horizontino respalda-se pelo Aeroporto de Confins, um dos mais modernos do país, além do Aeroporto da Pampulha e do Aeroporto Carlos Prates na sustentação do transporte aéreo, a fim de comportar as viagens com viés de lazer, trabalho ou, até mesmo, de turismo. Todos estes aspectos mencionados qualificam a cidade e vão de encontro ao animador panorama financeiro que, hoje, a contempla.

A geração de empregos no município

O desemprego em âmbito nacional que vem decaindo de forma vertiginosa, resgatando a confiança do consumidor a reposicionar-se em relação a empregabilidade, trabalhando em prol do reaquecimento econômico, sobretudo, em Minas Gerais. No estado, a taxa de desocupados, que era 10,8%, recuou para 9,6%, dando indícios de uma retomada aquisitiva da população que, sem a convicção de que estaria empregada em médio prazo, se privava de fazer investimentos.

Imagem: Pexels

A cidade e o impulso no seu segmento de imóveis

Especialmente no segmento imobiliário, que esteve estagnado por anos. No entanto, ao sair da inércia, o mercado de imóveis da cidade intensificou suas vendas. A demanda por coberturas à venda em BH cresceu de tal forma, que a oferta quase não conseguiu comportar a movimentação do consumidor. No último semestre, 256 unidades foram lançadas no município, e 335 foram adquiridos, ratificando o contexto abordado anteriormente.

Os imóveis de alto padrão na cidade, com o impulsionamento da procura que, propendeu o consumidor da classe A e B a efetuar estas aquisições, muito em função da credibilidade transparecida pelo mercado, inflou a economia da capital mineira. Os empreendimentos, sobretudo em bairros de alto padrão, passaram a ser ocupadas e, desta maneira, o impacto deste perfil de oferta no segmento foi substancial, beneficiando os cidadãos, as construtoras e, por fim, o cenário econômico da cidade.

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