quinta-feira, março 12, 2026
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Boteco do Maranhão é patrimônio afetivo de BH

Belo Horizonte tem muitos bares. Mas poucos se transformam em memória, tradição e ponto de encontro obrigatório para gerações. O Buteco do Maranhão completa 20 anos escrevendo uma história que vai muito além da gastronomia: é uma trajetória marcada por amizades, conquistas e sabores que atravessam o tempo.

Mais do que um restaurante, o Buteco do Maranhão é cultura viva. É mesa farta, conversa boa, risada solta. É o lugar onde a política encontra o futebol, onde jornalistas dividem espaço com empresários, artistas e gente comum, todos unidos pelo mesmo ritual: sentar, brindar e saborear.

Entre tantos pratos que despertam lembranças e água na boca, a famosa feijoada virou símbolo da casa. Um espetáculo à parte. Seja no restaurante ou nas festas sempre disputadas e impecavelmente organizadas, há um público fiel que simplesmente não abre mão de estar presente. É tradição que se renova a cada edição.

A cada visita, uma nova história nasce. O cardápio é vasto, marcante e tem aqueles sabores que criam laços pessoais. A moelinha, por exemplo, já virou meu prato predileto, eu Mauro But, recomendo muitos clientes apaixonados pela culinária da casa. Porque ali, cada prato tem alma.

Mas o grande diferencial talvez esteja na essência. Ao atravessar a porta, o cliente não encontra apenas um garçom ou um proprietário distante. Encontra o próprio Maranhão: simples, camarada, presente. Um anfitrião que faz questão de acolher cada pessoa como se estivesse recebendo amigos no quintal da avó. E é exatamente essa sensação que define o ambiente; aconchegante, familiar, humano.

Em duas décadas, o Buteco do Maranhão não apenas prosperou. Criou raízes. Tornou-se referência, ponto de encontro e parte do patrimônio afetivo da capital mineira.

Que venham mais 20 anos de histórias, encontros e conquistas. Porque em Belo Horizonte, há lugares que a gente visita. E há lugares que a gente sente. O Buteco do Maranhão é para sentir e sempre voltar.