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Budapeste: contrastes entre Buda e Peste nas margens do Danúbio

Por Leo Peres, colaboração especial para o Jornal MG Turismo.

Passamos alguns dias na fria (10 graus) Budapeste, capital da Hungria, neste período em que as árvores ficam sem cores e folhas.

Foto: Leo Peres

O Rio Danúbio divide Buda (mais elitizada) e Peste (mais turístico). O transporte público funciona bem com o metrô, bonde elétrico e ônibus. A escada rolante do metrô é extensa e rápida.  O serviço de táxi e Uber também tem grande aceitação e credibilidade com frota moderna e conservada .

O lado Peste é mais  plano e podemos presenciar  muitos moradores com bicicletas e os jovens aproveitando os patinetes elétricos motorizados. A segurança pública está funcionando bem e sem incidentes maiores . Presenciamos uma passeata com centenas de manifestantes na região central e  constatei que muitos dos policiais que estavam acompanhando portavam câmeras digitais ao invés de arma.

Foto: Leo Peres

A hospedagem possui um bom custo benefício . Existe uma verdadeira cidade subterrânea com lojinhas comerciais , principalmente com massagem. Vida noturna agitada e cara onde recomendo o bar Simpla “com ruínas do período pós guerra”, muitas luzes e animação no bairro gótico. A culinária é diversificada com lãngos (pizza frita) e goulash (carne com legumes). A sobremesa Chiminey cake que é uma casquinha com sabor de rosca e sorvete é deliciosa. O mercado central é muito bem conservado e com grande diversidade de alimentos e lembranças.

O chopp Borsodi é muito saboroso  e vale experimentar a Palinca que é uma cachaça regional . Existem vários passeios turísticos : Parlamento , Palácio de Buda, Praça dos Heróis, Basílica Santo Estavan, etc. A comunicação não é fácil já que o inglês e espanhol são pouco utilizados nesta região . Vou dar uma “ajudinha” já que o obrigado é “simples” : Kõszõnõm …