A frase atribuída a Donald Trump — “queremos trabalhadores estrangeiros inteligentes e que treinem americanos” — publicada pelo InfoMoney em 8 de setembro, tem repercutido porque traduz de forma direta o que vem sendo o norte da política migratória dos Estados Unidos: atrair talentos de alto nível e, ao mesmo tempo, endurecer contra a imigração irregular.
O governo americano sinaliza que não está fechando as portas para estrangeiros — ao contrário, mantém a mensagem de que precisa de imigrantes, mas de perfil qualificado, legalizado e capaz de agregar valor à sociedade.
“O governo americano tem deixado claro que existe espaço, sim, para brasileiros. Mas não para qualquer perfil. Eles querem imigrantes de valor, que tragam competências técnicas e intelectuais, que contribuam com inovação e até sirvam de inspiração para os próprios americanos”, explica o Dr. Vinícius Bicalho, CEO da Bicalho Consultoria Legal e mestre pela Universidade do Sul da Califórnia.
Por que os EUA buscam imigrantes qualificados?
- Necessidade econômica: setores como tecnologia, saúde, engenharia e finanças enfrentam falta de profissionais locais.
- Envelhecimento populacional: estima-se que, até 2030, um em cada cinco americanos terá mais de 65 anos, aumentando a pressão por mão de obra ativa.
- Competição global: Canadá, Reino Unido e Austrália já disputam esses mesmos talentos com programas de vistos facilitados.
- Inovação e liderança: mais de 40% das empresas da Fortune 500 foram fundadas por imigrantes ou filhos de imigrantes.

Oportunidades para brasileiros
De acordo com especialistas, brasileiros com formação sólida e experiência internacional podem se beneficiar dessa abertura seletiva:
- Profissionais de STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática) têm alta demanda.
- Áreas como enfermagem, medicina e pesquisa clínica também estão em déficit.
- Executivos com histórico de gestão e inovação encontram espaço em empresas americanas que precisam acelerar competitividade.
| O perfil valorizado é o daquele estrangeiro que não apenas ocupa uma vaga, mas que eleva o padrão de excelência, transmite conhecimento e impulsiona a economia local. Esse é o profissional que tem mais chances de obter vistos e autorizações de residência”, reforça o Dr. Vinícius Bicalho. |
Imigração que soma, não que custa
O recado de Trump ecoa a ideia de que o país não quer imigrantes que sobrecarreguem o sistema público, mas sim aqueles que gerem empregos, paguem impostos e multipliquem conhecimento.
- Imigrantes respondem por quase 30% das pesquisas científicas nos EUA.
- Em 2023, 38% dos doutorados em engenharia foram concedidos a estrangeiros.
- Startups fundadas por imigrantes movimentam bilhões de dólares em capital de risco.
A frase de Trump, ainda que polêmica, deixa uma lição clara: os Estados Unidos não rejeitam imigrantes. Pelo contrário, o país precisa deles — mas de forma estratégica. Para os brasileiros, o caminho está aberto, desde que seja seguido com legalidade, qualificação e a disposição de gerar impacto positivo.
Assessoria jurídica especializada
A Bicalho Consultoria Legal é uma empresa com ampla experiência em processos migratórios para os Estados Unidos, com escritórios no Brasil, em Portugal e nos EUA. Oferece soluções para empresas, empreendedores e profissionais liberais, que incluem assessoria jurídica, consultoria nas áreas empresarial, tributária e trabalhista, além de planejamento patrimonial, auxiliando na internacionalização de negócios e carreiras. A consultoria conta com uma equipe experiente e multidisciplinar de profissionais.
Quem é Vinícius Bicalho
– Advogado licenciado nos EUA, Brasil e Portugal;
– Sócio fundador da Bicalho Legal Consulting P.A.;
– Mestre em direito nos EUA pela University of Southern California;
– Mestre em direito no Brasil pela Faculdade de Direito Milton Campos (MG);
– Membro da AILA – American Immigration Lawyers Association;
– Responsável pelo Guia de Imigração da AMCHAM;
– Professor de Pós-graduação em direito migratório;
– O único advogado brasileiro citado na lista dos “confiáveis” do New York Times.
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