sexta-feira, março 6, 2026
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Lançamento, drinques e um encontro na cozinha

Retirado de: https://renataalves.substack.com/p/lancamento-drinques-e-um-encontro?publication_id=500035&post_id=170099659&isFreemail=true&r=3bjouf&triedRedirect=true

A semana está cheia de bons motivos pra sair de casa. Começa na quarta (06/08), com o lançamento da nova edição do livro Cachaça não é água, não – Crônicas do comer, de Constance Escobar, na Cozinha Santo Antônio. A programação inclui bate-papo da autora com o jornalista Eduardo Girão, participação musical do Guinga e um jantar inspirado nas crônicas, criado por Ju Duarte especialmente para a ocasião. A entrada é gratuita, o jantar é pago à parte e o livro estará à venda no local.

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Na quinta (07/08), a partir das 18h, o Palito — bar da Galeria São Vicente, onde também fica o recém-inaugurado restaurante TOM — recebe os amigos do Suru Bar, do Rio de Janeiro, para a noite Cachaça & Coquetéis. Uma boa desculpa pra beber bem e ainda fazer a dobradinha com um jantar no TOM.

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E na sexta (09/08), a Cozinha Santo Antônio recebe o chef chileno Javier Avilés, da Pulpería Santa Elvira, em Santiago, para um jantar a quatro mãos com Ju Duarte. Javier é um dos principais nomes da gastronomia latino-americana, com um restaurante entre os 100 melhores da região segundo o Latin America’s 50 Best Restaurants. Sua cozinha técnica e precisa encontra diálogo com a abordagem afetiva e intuitiva da Ju — e esse encontro promete. A harmonização será assinada por Nadia Parra, fundadora da Associação Chilena de Mulheres no Vinho, com uma seleção de rótulos de pequena escala. O jantar custa R$420 por pessoa, com cinco tempos e vinhos incluídos. Reservas pelo WhatsApp: (31) 98218-6427.

E vale anotar desde já: no dia 15 de agosto, o restaurante MINÉRA abre ao público dentro da CASACOR Minas, em sua edição comemorativa de 30 anos. Com cozinha de Agnes Farkasvölgyi, o projeto propõe uma leitura contemporânea da culinária mineira — sem folclore, mas com repertório, técnica e liberdade criativa. A proposta é partir da tradição para criar algo que fale do presente. As sobremesas são de Sá Marina e o espaço leva assinatura da Arca Arquitetura.

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Pra encerrar, queria comentar sobre o perfil Oncêvai @oncevaibh — sim, sei que já tem mais de 285 mil seguidores, mas ainda assim vale a dica. Sempre fui de explorar a cidade, nunca muito presa a uma região só, mas o trabalho que eles fazem, com uma curadoria precisa e afetuosa sobre os bares de Belo Horizonte, acabou criando um novo hábito por aqui: quase toda semana escolho um endereço novo pra conhecer, ao invés de ir sempre nos mesmos. Foi assim que cheguei ao Bar do Alaor, que virou um dos meus preferidos.

Uma coincidência bonita: o Eduardo Girão, que vai conduzir o bate-papo com a Constance Escobar nesta quarta, foi justamente quem me apresentou, há dez anos, outro lugar que frequento até hoje — o Bar do Baiano — numa matéria que ele escreveu pro Estado de Minas e que você pode ler aqui.

Espero te encontrar em algum desses endereços.

Até já,