sexta-feira, março 6, 2026
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Thelma Quevedo em poesia pintada: cor, mergulho, dor e alegria na infinitude do existir

Observo por dentro e por fora, desde os anos 1980, as belas vida e obra da original Thelma Quevedo. Sua obra emocionante transmite encontro, despedida (em despertares) e reminiscências de uma feminilidade histórica. Dizem que a obra de uma artista beira a perfeição autoral quando batemos o olho e já sabemos de quem é. Quevedo já atingiu este ponto. Como ocorre com Botero e seus gorduchos/as inconfundíveis, as mulheres étnicas de Thelma detêm uma verdade ancestral. Pessoa sensível apegada ao amor de mãe com mãe e mãe com filhos, filhas e netinhas, Thelma Quevedo faz corpos memoriais. Eterna. Marcada para permanecer. Mãos, pés, nádegas, cabelos e olhar edificante. Rogério Santiago – 2026

Os objetos de luta e amor através da feminilidade histórica: o bule, as xícaras e os copos. Maçãs e a liberdade da borboleta. Debruçar-se contemplativa à janela cria tempo para planejar boas mudanças. Obra de Thelma Quevedo
Em Thelma Quevedo mesclam-se natureza, gravidez, mães e filhas. Galhadas de vida com as cores sanguíneas do menstruar. O desenho da artista insinua a força do resultado desde o primeiro traçado.
A artista plástica Thelma Quevedo, poesia pura, escreve com exclusividade para o “Jornal MG TURISMO”: “Minhas mulheres são gente que existe e não existe, são telúricas, espirituais e surreais”. Título: “Cessou a tensão do meu ser”, tinta acrílica sobre tela, 70X60.

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