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Turismo na Amazônia

Embora o início da vacinação contra a Covid 19 tenha representado a materialização da esperança acalentada por milhões de brasileiros, em muitas regiões (como a Amazônia) o turismo continua “com o pires na mão”. Os impactos econômicos que o “Novo Coronavírus” causa no país no setor do turismo, especialmente onde o turismo, como agente socioeconômico, cultural e ambiental apresenta grande potencial para alavancar diversas formas ganhos econômicos para cidades e destinações, continuam a atingir municípios que viviam ou pelo menos tiravam de diversos segmentos recursos para se manterem no mercado.

Entretanto, este nicho de mercado, que responde hoje por 3,71% do PIB, empregando mais de sete milhões de brasileiros, teve uma queda bastante acentuada em 2020, segundo o IBGE. Por outro lado, a probabilidade do turismo começar a se recuperar acontecerá somente doze meses após o fim do isolamento social, considerando que ainda não há uma data para terminar. As consequências impactam desde a saúde, com casos confirmados da doença entre comunitários, até a economia, com reflexos negativos na renda dos segmentos econômicos.

GASTRONOMIA\HOTELARIA – Deste modo, a atividade turística fica comprometida porque, em vista dos riscos de contágio, não há a possibilidade das pessoas se deslocarem para outros lugares, também não podendo frequentar áreas de lazer, já que pontos turísticos são, por sua natureza, lugares de aglomeração de pessoas. Em municípios paraenses como Santarém, onde a praia de Alter do Chão aparece como uma das mais buscadas atrações por turistas de todo o mundo, a exemplo das demais 143 cidades que compõem os pólos turísticos, os setores hoteleiro e gastronômico se debatem com a baixa frequência de visitantes o que leva empresários a buscarem alternativas para não fecharem as portas.