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Quer se sentir mais protegido(a) no dia a dia? Ranking traz os hábitos de segurança mais adotados pela população — dentro e fora de casa

Latin American woman leaving her house and locking the door using a home automation system - smart home concepts. **DESIGN ON SCREEN WAS MADE FROM SCRATCH BY US**

Estratégias dos brasileiros vão do contato frequente com familiares a soluções de monitoramento e segurança eletrônica, revela Verisure

Crédito:iStock

Esconder objetos de valor, alterar rotas e trajetos, manter contato com vizinhos e familiares. Quando o assunto é se sentir seguro no dia a dia, esses são os hábitos mais adotados pelos brasileiros para evitar incidentes e situações de violência  conforme revelaram centenas de entrevistados em um estudo recente sobre o tema. 

O levantamento acaba de ser divulgado à imprensa pela Verisure, empresa de alarmes monitorados, que, nas últimas semanas, procurou entender como a percepção de risco afeta o emocional e os hábitos de residentes em diferentes estados. A pesquisa, realizada com 500 respondentes, explorou os receios, sua interferência no dia a dia e todas as estratégias adotadas no país para se sentir mais protegido.

Junto de novas práticas e comportamentos, a busca por mais proteção vem se refletindo em um interesse específico, que acompanha a alta do setor no país: as soluções de monitoramento e segurança eletrônica (como câmeras, alarmes e sensores) usadas (44,8%) ou desejadas (31%) pela maioria dos considerados no estudo. Leia mais: 

Principais descobertas do estudo: 

  • Principais medos dos brasileiros são ser roubado ou furtado (70,8%), sofrer violência (55,6%) ou ter a casa invadida (62%); 
  • Estresse e sensação de alerta estão entre os maiores impactos da insegurança no bem-estar da população hoje (63%); 
  • 34,4% dos entrevistados já tiveram problemas com o sono devido a medos ligados à segurança;
  • 44,8% dos respondentes investem em soluções de monitoramento e segurança eletrônica para se sentir protegidos no dia a dia.

Afinal, quais os efeitos da insegurança na saúde e bem-estar dos brasileiros? 

Se, no começo de janeiro, uma pesquisa do Instituto Ipsos revelou que o crime e a violência são as maiores preocupações, hoje, no país (à frente de questões como a corrupção e saúde), o levantamento da Verisure identificou que essa insegurança não está associada a um único cenário, mas atravessa diferentes espaços do cotidiano dos brasileiros. 

Quando questionados sobre seus principais receios no dia a dia, as respostas dos entrevistados não causaram surpresa: 70,8% deles apontaram ter medo constante de roubos e furtos, enquanto outros temem sofrer violência física (55,6%) ou ter a própria residência invadida (62%) — preocupação que, variando conforme o tipo de moradia, afeta mais quem vive em casa (67,6%) do que moradores de apartamento (47,8%). 

Mais do que algo pontual, aliás, a pesquisa mostra que a sensação de insegurança tem impactado diretamente a saúde emocional da população. 

De um lado, por exemplo, 6 em cada 10 respondentes disseram que medos relativos à segurança os tornaram mais estressados ou amplificaram a sensação constante de alerta. De forma similar, 46% reconheceram que isso costuma vir junto de certo cansaço mental, parcela similar à dos que enfrentam problemas de sono (34,4%) em decorrência de barulhos suspeitos, movimentos ou demais sinais de que sua casa está sob risco. 

Trata-se de efeitos que, por mais comuns na rotina, não são percebidos da mesma forma por todos os brasileiros. Entre as mulheres ouvidas pela Verisure, quase 70% relataram conviver com a sensação constante de alerta — índice muito superior ao registrado entre os homens (54,3%) —, o que reforça como a insegurança é vivenciada de maneira mais intensa por certos grupos, ampliando seus impactos no bem-estar diário. 

Além do bem-estar: entenda como a insegurança afeta a rotina da população 

Para além dos impactos emocionais, ao longo do levantamento, uma parcela expressiva dos entrevistados admitiram que receios relacionados à violência os levaram a repensar algumas dinâmicas e decisões práticas no dia a dia — o que, por sua vez, tem levado a mudanças de hábito com o objetivo de cuidar da própria segurança. 

No campo do lazer e da circulação urbana, as restrições aparecem de forma ainda mais evidente. Evitar sair de casa à noite, por exemplo, foi algo mencionado em 66,4% das respostas, decisão tão comum quanto deixar de retornar para casa em determinados horários por medo de algo pior (49,6%). 

Dentro de casa, o medo também tem imposto alguns limites. Deixar crianças ou idosos sozinhos (35,6%) ou atender à porta em determinadas situações (33,6%) — seja pelo horário, seja pela ausência de familiares — foram algumas das situações mais compartilhadas pelos ouvidos, que também procuram não viajar ou ficar longos períodos fora (29,4%) deixar o pet sozinho (21,2%), independentemente do tipo de residência. 

Práticas e soluções para se sentir protegido 

Diante da percepção crescente de insegurança, algo que a Verisure descobriu é que, em 2026, muitos brasileiros têm passado a adotar medidas práticas para reduzir riscos e incidentes no cotidiano. 

Entre as iniciativas mais comuns para os entrevistados está evitar deixar objetos de valor visíveis, comportamento adotado por 64,2%. Há quem também faça o possível para alterar rotas e trajetos no dia a dia (56,6%), bem como manter contato frequente com familiares ou vizinhos para o caso de eventuais problemas (49,4%). 

Quando o assunto é a tecnologia aplicada à proteção, a adesão também se mostrou expressiva: soluções de monitoramento e segurança eletrônica (como câmeras, sensores e alarmes) já fazem parte da rotina de 44,8% dos entrevistados, enquanto 3 em cada 10 respondentes demonstraram interesse em adotar esse tipo de recurso daqui para frente. 

Quanto aos itens populares, os mais associados à sensação de segurança são as câmeras de vigilância, citadas por 82,8%. Fechaduras digitais ou leitores de chave aparecem na sequência (55,8%), seguidos por sensores e detectores de arrombamento (53,6%) e sirenes ou dispositivos sonoros (48,4%). O resultado, nesse sentido, não apenas acompanha a expansão do setor, mas ressalta como tecnologias que oferecem monitoramento contínuo são vistas como grandes aliadas na proteção do lar. 

Metodologia 

Para compreender os impactos da insegurança na saúde, bem-estar e dia a dia dos brasileiros, nas últimas semanas, foram entrevistados 500 adultos (maiores de 18 anos) residentes em todas as regiões e conectados à internet. O índice de confiabilidade foi de 95%, e a margem de erro foi de 3,3 pontos percentuais.

Ao todo, os respondentes tiveram acesso a 8 questões, que exploraram seus principais medos e receios no dia a dia, como tais preocupações afetam a rotina e estratégias para driblá-los. A organização das respostas possibilitou a criação de diferentes rankings, nos quais você confere o percentual de cada alternativa apontada pelos entrevistados. 

Sobre a Verisure 

Líder global em monitoramento e segurança eletrônica, a Verisure é uma empresa que tem como objetivo proteger residências e negócios por meio de soluções como alarmes monitorados, câmeras de segurança e sensores, além da Central de Monitoramento 24h mais avançada do Brasil e Europa. Ao longo de mais de 30 anos de experiência, a união entre um time de profissionais altamente especializados e tecnologia de ponta já impactou 6 milhões de clientes em 17 países, reforçando a preocupação da marca em proporcionar mais tranquilidade e suporte contínuo no dia a dia das pessoas. 

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