Cultura

Trajetória artística de Adriana Coimbra em Minas Gerais

Trajetória artística de Adriana Coimbra em exposição ao lado de uma de suas obras

Por Adriana Coimbra

A trajetória artística de Adriana Coimbra começou a ganhar forma em Minas Gerais, entre Rio Pomba, onde nasceu, e Montes Claros, cidade na qual construiu grande parte de sua vida e atuação nas artes visuais. Formada em Artes pela Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) em 1997, a artista participa desde então de exposições e projetos culturais.

Em Montes Claros, Adriana integrou exposições individuais e coletivas realizadas no Centro Cultural, Museu Regional do Norte de Minas, AABB – Associação Atlética Banco do Brasil, além de galerias, instituições e outros espaços culturais.

A artista também recebeu homenagem da Câmara Municipal de Montes Claros por sua atuação como artista plástica e integra a Associação dos Artistas Plásticos de Montes Claros, participando de exposições e ações voltadas à valorização das artes visuais na região.

Trajetória artística de Adriana Coimbra chega a Belo Horizonte

A partir de 2019, a trajetória artística de Adriana Coimbra também passou a incluir atividades em Belo Horizonte. Ela participou do BH Design Festival e, posteriormente, do Morar Mais.

Adriana passou ainda a integrar o Grupo Libertas – Coletivo de Artes, participando de diferentes projetos e exposições. Entre eles esteve uma galeria do grupo instalada dentro da CASACOR, no Palácio das Mangabeiras, na capital mineira.

A atuação em Belo Horizonte se ampliou a partir de convites da curadora Lucilene Bredolf, que levaram a artista a participar de exposições coletivas na capital e em Lagoa Santa.

Experimentação, emoção e presença feminina

Na produção de Adriana Coimbra, a experimentação e a emoção ocupam espaço central. Cor, movimento, texturas, sobreposições e contrastes fazem parte de sua linguagem artística.

A presença feminina também aparece em diferentes momentos de sua produção, ao lado de elementos simbólicos ligados à natureza, ao universo, à espiritualidade e à transformação.

Temas como existência humana, identidade, memória, espiritualidade e conexão com algo maior integram suas inquietações artísticas. Para Adriana, a pintura acompanha suas próprias transformações, fazendo com que cada fase apresente novas perguntas e diferentes formas de observar o mundo.

Palma de Ouro marca novo momento

Em julho de 2026, Adriana Coimbra participou, em Belo Horizonte, da premiação Palma de Ouro. Para a artista, o reconhecimento representou uma oportunidade de observar a trajetória construída desde sua formação e valorizar as exposições, encontros e experiências acumulados ao longo dos anos.

O momento é encarado como incentivo para continuar criando, pesquisando e explorando novos caminhos por meio da arte.

Legenda: Adriana Coimbra em exposição, junto a uma de suas obras.

Redação Jornal MG Turismo
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