O artista plástico Sandrão, nome artístico de Sandro Ari Pinto, é o grande destaque da Galeria da Árvore, localizada no Parque Municipal Américo Renné Gianetti, em Belo Horizonte. A convite da curadora Regina Mello, o artista integra a celebração dos 20 anos de fundação do Museu Nacional da Poesia (MUNAP).
A mostra transita de forma fluida entre a delicadeza técnica e a forte crítica social. Segundo a análise do jornalista e crítico de arte Rogério Zola Santiago, as obras exibem desde a espiritualidade das aquarelas até reflexões profundas sobre o comportamento humano na atualidade.
Como é a exposição na Galeria da Árvore?
A exibição no coração de Belo Horizonte reúne trabalhos marcantes que convidam o público à observação e à reflexão. Entre os destaques, estão quadros que unem humor, sagacidade e um apurado domínio técnico.
O acervo apresentado pelo artista plástico Sandrão inclui as seguintes peças:
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“Milagre”: Uma aquarela sensível que funde delicadeza, transparências e espiritualidade.
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“No Paredão de Fuzilamento”: Uma pintura de forte impacto reflexivo, onde cada tiro no corpo da vítima representa palavras como “Amor”, “Família”, “Amizade” e “Beijos”, contrastando com o sorriso irônico do personagem.
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Pinturas comportamentais: Quadros recentes que retratam as tendências e os vícios da sociedade contemporânea.
A trajetória de sucesso de Sandro Ari Pinto
Além de brilhar nas artes plásticas, Sandrão possui uma carreira sólida e premiada no mercado de comunicação e design. Graduado em Marketing com MBA e Pós-MBA pela USP/FIA, ele une a sensibilidade artística ao rigor acadêmico.
Ao longo de sua trajetória profissional, o artista acumulou credenciais e experiências de peso:
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Lecionou desenho e pintura na renomada Escola Panamericana de Artes / Cândido Portinari.
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Atuou como editor de arte em grandes publicações nacionais, como as revistas Veja, Exame e Playboy.
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Conquistou prêmios prestigiados como Diretor de Criação, incluindo o Globes Awards, Cristal Awards SITE e o Prêmio Colunistas.
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Apresenta atualmente o talk show Business Rock, transmitido para centenas de emissoras de rádio, TVs e portais (como o SBT), alcançando quase meio milhão de pessoas semanalmente.
O evento comemorativo no Parque Municipal também promoveu o encontro de grandes nomes da cultura de Minas Gerais. Entre os presentes estava a artista plástica Angela Geo, que já planeja futuros saraus com a poeta Leila Abdala Geo em sua residência, na Praça do Papa.
Foto Destaque: Artistas plásticos Angela Geo e Sandrão durante a festa de 20 anos do Museu Nacional da Poesia.
Na foto, com o crítico Rogério Santiago.
No PAREDÃO DE FUZILAMENTO – forte trabalho artístico reflexivo por Sandrão, exposto na Galeria da Árvore no Parque: cada tiro no corpo do fuzilado representa, em sangue: “Amor”, “Amizade”, “Família”, “Filhos”, “Abraço”, “Paixão” e “Beijos”. Notem a ironia do sorriso…





