A realização da COP30 em Belém (novembro de 2025) trouxe transformações significativas e investimentos estruturantes para a capital paraense, posicionando a cidade como um polo central de debates sobre a Amazônia. Os principais benefícios incluem uma profunda modernização da infraestrutura, aumento de interesse turístico e o impulsionamento da economia local.

Entre os inúmeros benefícios que ficaram como “legado” do importante evento estão investimentos em infraestrutura e saneamento, pois a capital paraense (de cima de seus 410 anos) recebeu perto de R$ 5 bilhões em investimentos, focados em obras definitivas, incluindo a construção de diversos viadutos para melhoria do trânsito, obras de saneamento básico para combater alagamentos históricos e a ampliação de vias. No que se refere à renovação urbana e áreas de lazer a criação de novos espaços de conveniência como a revitalização de áreas no Porto Futuro, renovação urbana e áreas de lazer com a criação de novos espaços de convivência, como a revitalização de áreas no Porto Futuro e a entrega do Parque Linear da Avenida Bernardo Sayão, oferecendo novos locais de lazer para a população. Estas ações, como previu o governador Helder Barbalho, refletiram o significativo impacto econômico, em especial no Turismo. A conferência injetou R$ 4,4 bilhões na economia paraense no mês do evento, com forte aumento no setor de serviços, hotelaria e comércio. A cidade ampliou sua capacidade de receber mais de 50 mil participantes, impulsionando o turismo sustentável.
Ficou bem claro, segundo observadores, o protagonismo da Bio-economia, pois Belém consolidou-se como “capital da Amazônia” e referência mundial em pautas ambientais, com destaque para a capacitação profissional da bio-economia, com ênfase à participação indígena. Além de que outro detalhe muito importante, a Capacitação Profissional a partir do programa “Capacita COP30”, que treinou 25 mil profissionais, melhorando os serviços locais para visitantes. Em resumo: além das obras físicas, a COP30 deixou um legado de posicionamento da Amazônia no centro do desenvolvimento sustentável e internacional, promovendo melhorias na conectividade aérea e na infraestrutura turística da região.
Segundo o presidente da FIEPA, empresário Alex Carvalho, “dentre todas as capitais brasileiras, Belém reúne uma série de condições estratégicas. A primeira delas é que ela é a principal porta de entrada na floresta amazônica e está ali, junto do rio Amazonas, e, ao mesmo tempo, é uma capital dentro das capitais do norte do país. É aquela que está mais perto da Europa e, também, das capitais do Nordeste que estão na floresta amazônica. O que facilita o afluxo de pessoas do exterior e de dentro do Brasil para a capital. Além disso, a cidade reúne uma arquitetura singular desde a época da colonização (o que é emblemático) e também reúne opções culturais e gastronômicas muito interessantes para uma COP que quer ser a COP das florestas e não apenas da Amazônia, mas de todas as florestas tropicais”. Finalmente, segundo pesquisa realizada junto ao segmento hoteleiro a demanda registrada no período da COP30 comprovou o sucesso do evento, ao contrário da precipitada opinião de pequeno grupo de descontentes que alardearam que o mega evento não alcançaria seus objetivos.
Um dos benefícios gerados pela COP30 foi a apresentação a gestores municipais, pelo Governo do Estado, do programa Bandeira Azul, processo de gestão ambiental para praias, marinas e embarcações de turismo mais utilizado e reconhecido no mundo.
ABRAJET PA COMEMORA 20 ANOS – A Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo (Abrajet Pará) comemora este ano seus 20 anos de fundação e, por isto, a Assembléia Legislativa do Pará (ALEPA), por iniciativa do deputado Fábio Freitas, realiza uma sessão especial oportunidade na qual serão entregues certificados de “Amigo da Abrajet” a personalidades, autoridades, jornalistas e comunicadores que contribuem para o fortalecimento do Turismo e da comunicação no Estado. “Um momento especial de reconhecimento, gratidão e valorização de quem caminha junto com a Abrajet Pará ao longo desta trajetória de duas décadas”, enfatizam diretores abrajeteanos.





