Maria do Carmo Arantes, também da AICA, escreveu: ” Graça Pires, em sua obra conceitual, expressa propostas de exuberância pictórica, vinculando-se à tendência da produção artística diversificada. Entre infinidade de materiais, todos em expressão e execução primorosa, a arte reflete inclusão absoluta de paradigmas libertários. As linhas demarcam o ilusório. Metais, especialmente o ferro e o cobre, pervadem a trajetória, com aspecto erótico fecundo. A beleza feminina é explícitada, ao passo que a sensualidade masculina se visualiza nos vergalhões. Portais se abrem para um mundo infinito, síntese de construções das quais participam o olhar do observador”.




Santiago. 2025, especial para o “Jornal MG TURISMO”.






