Observo por dentro e por fora, desde os anos 1980, as belas vida e obra da original Thelma Quevedo. Sua obra emocionante transmite encontro, despedida (em despertares) e reminiscências de uma feminilidade histórica. Dizem que a obra de uma artista beira a perfeição autoral quando batemos o olho e já sabemos de quem é. Quevedo já atingiu este ponto. Como ocorre com Botero e seus gorduchos/as inconfundíveis, as mulheres étnicas de Thelma detêm uma verdade ancestral. Pessoa sensível apegada ao amor de mãe com mãe e mãe com filhos, filhas e netinhas, Thelma Quevedo faz corpos memoriais. Eterna. Marcada para permanecer. Mãos, pés, nádegas, cabelos e olhar edificante. Rogério Santiago – 2026




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