A Associação das Cidades Históricas de Minas Gerais reúne atualmente 49 municípios e atua na preservação, manutenção e divulgação do patrimônio cultural, religioso, culinário, arquitetônico, histórico, paisagístico e natural do estado. Fundada em 2003, a entidade afirma que as cidades associadas concentram mais de 50% de todo o patrimônio histórico tombado no Brasil.
Entre os municípios integrantes estão quatro Patrimônios Culturais da Humanidade tombados pela UNESCO: os centros históricos de Diamantina e Ouro Preto, o Santuário do Bom Jesus de Matozinhos, em Congonhas, e as Cavernas do Peruaçu, no município de Januária.
Associação das Cidades Históricas de Minas Gerais
A Associação das Cidades Históricas de Minas Gerais é uma entidade civil de direito privado e sem fins lucrativos. Em 2005, foi reconhecida como de utilidade pública pelo Estado de Minas Gerais.
Os municípios associados representam diferentes regiões e períodos da formação histórica mineira. No norte e noroeste estão cidades como Januária e Paracatu, relacionadas aos primeiros caminhos percorridos por bandeirantes vindos da região de Salvador pelo rio São Francisco.
No Sul de Minas, a entidade reúne municípios marcados por grandes fazendas e pelos ciclos do ouro e do café, como Baependi, cidade relacionada à história de Nhá Chica, reconhecida como beata pelo Vaticano, além de cidades históricas da Mantiqueira.
A associação também conta com municípios ligados à chamada Minas do Ouro e ao Vale do Jequitinhonha, entre eles Diamantina e Serro, onde se inicia a Estrada Real. No Centro-Oeste mineiro, Itapecerica é destacada por seus 300 anos de história.
Preservação e divulgação do patrimônio mineiro
Entre as ações permanentes desenvolvidas pela entidade está o auxílio e a orientação aos municípios na elaboração de projetos de preservação, manutenção e divulgação de seus acervos.
O trabalho envolve diferentes dimensões do patrimônio das cidades associadas, incluindo:
- patrimônio cultural;
- patrimônio religioso;
- culinária;
- arquitetura;
- história;
- paisagens;
- patrimônio natural.
Segundo o material divulgado pela entidade, as cidades históricas estão entre os principais destinos turísticos de Minas Gerais e os 49 municípios associados estão entre os mais representativos da história e da cultura mineira.
Quais cidades fazem parte da associação?
Atualmente, a Associação das Cidades Históricas de Minas Gerais reúne 49 municípios:
- Aiuruoca;
- Alagoa;
- Andrelândia;
- Baependi;
- Barão de Cocais;
- Barbacena;
- Bom Jardim de Minas;
- Bom Jesus do Amparo;
- Brumadinho;
- Caeté;
- Campanha;
- Cataguases;
- Catas Altas;
- Conceição do Mato Dentro;
- Congonhas;
- Couto de Magalhães de Minas;
- Datas;
- Diamantina;
- Diogo de Vasconcelos;
- Grão Mogol;
- Itabira;
- Itabirito;
- Itamonte;
- Itapecerica;
- Januária;
- Lagoa Santa;
- Mariana;
- Minas Novas;
- Nova Lima;
- Ouro Branco;
- Ouro Preto;
- Paracatu;
- Passa Quatro;
- Piranga;
- Pitangui;
- Pouso Alto;
- Prados;
- Raposos;
- Rio Preto;
- Ritápolis;
- Sabará;
- Santa Bárbara;
- Santa Luzia;
- Santana dos Montes;
- São Gonçalo do Rio Abaixo;
- São João del-Rei;
- São Thomé das Letras;
- Serro;
- Tiradentes.
Como saber mais sobre as cidades históricas
Informações sobre a Associação das Cidades Históricas de Minas Gerais e os municípios integrantes podem ser obtidas pelo perfil @cidadeshistoricasdeminas, no Instagram, pelo e-mail cidadeshistoricasdeminas@gmail.com ou pelo WhatsApp (31) 99239-2621.
Foto Destaque: Atual diretoria da Associação: presidente Angelo Oswaldo, prefeito de Ouro Preto, ao centro; primeiro vice-presidente, Geferson Burgarelli, prefeito de Diamantina, à direita; e Alcemir Moreira, segundo vice-presidente, prefeito de Santa Bárbara.





